Dear Love…

abril 17th, 2011 § 1 Comentário

Acordei essa manhã com um aperto no coração, ainda conseguia sentir o seu toque em minhas mãos quando me dei conta que foi apenas mais um sonho.
Lembro-me de você me pedindo para respirar fundo que toda dor iria passar e que você estaria lá por mim.
Alias, eu poderia contar tantas coisas de que me lembro, ainda posso ouvir sua voz, ainda posso sentir o arrepio que ela me causa.
É meu amor, hoje estou sozinha com minhas musicas e minhas lembranças, já perdi a conta de quantos trechos me levam direto as suas palavras, seu carinho, que me levam direto a você.

É estranho ver como eu falo com essas linhas como se você realmente pudesse ler, eu sei que na verdade não pode, mas não sei explicar, de alguma forma eu me sinto melhor assim.

Tem momentos que sinto vontade de correr para os seus braços e dizer novamente o quanto eu preciso de você, o quanto eu preciso do seu carinho, preciso que você me chame de sua boba,amor,meu bem, ou qualquer outra coisa que você queira me chamar, na verdade eu só preciso de você.

Penso infinitas coisas que eu gostaria de te dizer, que gostaria de fazer para você, mostrar que você não errou quando resolveu dar o seu amor para mim.

Eu olho todas as pessoas ao meu redor, sinto o peso da responsabilidade, agora é minha vez de fazer alguma coisa.

Para te falar a verdade amor, tem horas que eu me sinto cansada e que a unica vontade é de ficar na cama lamentando por não ter perto de mim para me ajudar a levantar, mas nessas horas eu me lembro que tudo que você me pediu é que eu ficasse bem, mesmo eu sendo a culpada de tudo você ainda queria me ver bem, e fez de tudo para que eu realmente ficasse bem.

Então agora estou aqui escrevendo esse texto que você nunca vai ler só para dizer para você que eu estou de pé, e que preciso que você também fique, eu penso em você todos os momentos do meu dia e você me sempre me da força para levantar e fazer o que é necessario, você me ensinou a andar e agora tenho que fazer isso sozinha, mas ainda sinto sua força, ainda sinto seu amor e como disse, meu coração não vai te deixar partir, enquanto eu viver você vai estar pra sempre vivo.

Vivo dentro de mim.

O desencontro (Uma história narrada pela propria vida)

fevereiro 7th, 2009 § 14 Comentários

Prazer eu sou a vida, e hoje eu vou contar uma história!

 

Uma menina, uma dor, um sonho, uma vontade.

Um menino, uma dor, um sonho, uma vontade.

 

Na grande teia da vida histórias de cruzam, pessoas se encontram, se desencontram!

O mundo anda em um infinito vem e vai.

 

 

—-

 

Ela tinha um sonho, encontrar alguém que gostasse dela como realmente ela é que conseguisse entender pq aquela menina chorava todas as noites, ela queria uma pessoa que pudesse ama – lá!

Ela se deitava em seu quarto olhava para a lua enquanto pensava no assunto, lagrimas escorriam do seu rosto manchando a maquiagem. E lá estavam às marcas, marcas da incompreensão, do sonho não vivido.

Ela escrevia poemas, esses sim eram seus amigos. Eram os únicos que conheciam todos seus dramas e sonhos, eram eles que sempre estavam lá para acalmar aquela garota que gostava tanto de sonhar, mais de tanto sonhar acabava sempre por chorar, por seu sonho não poder realizar.

 

.

 

Ele tinha um sonho: Ser feliz, encontrar alguém que realmente gostasse dele, queria encontrar que não risse das suas lagrimas, queria o amor!

Toda noite ficava em seu quarto apenas pensando em sua vida, as lagrimas eram sempre inevitáveis!

Era metido a poeta, sonhava em escrever um livro, pensava que assim as pessoas conseguiriam finalmente entender!

Tinha medo de sonhar, sonhar e o sonho não se realizar.

 

 

—-

 

 

O nome dele era Gabriel;

O nome dela era Giovanna;

 

Um dia Gabriel foi à feira com sua mãe, como sempre de cabeça baixa, com os pensamentos na menina que ele nunca conheceu aquela que seria perfeita para ele.

Uma gota de lágrima molhou o asfalto, abaixou mais ainda a cabeça e BUUM!

 

- Desculpa, eu não queria esbarrar em você me desculpa mesmo ta, eu sou um desastrado! – Diz Gabriel.

 

A menina olha, dá um sorriso disfarçado e apenas sai andando.

 

Cada um segue o seu caminho, como deveria de ser.

 

Lá do carro a mãe da garota grita:

 

- Vamos, está tarde! Está na hora de ir GIOVANNA.

 

Ela apenas entra no carro ao se perguntar, a onde estaria seu amado, aquele que nunca nem se quer;

Conheceu.

 

………………………

 

HISTÓRIA CONTADA PELA PROPRIA VIDA!

 

 

 

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