Injusto…

abril 22nd, 2011 § Deixe um comentário

Mas quem foi que disse que a vida seria justa?
Quem foi disse que
toda dor iria para longe
assim tão depressa?

Elas dizem que eu tenho
que tenho que sonhar
mas eu já não consigo lutar.
Me pergunto apenas
Quando tudo isso vai terminar
e enfim estarei livre para caminhar?

Não adianta correr, tantar fugir.
As vozes estão lá
E de lá não vão sair.

Mas continuo aqui
Dia após dia criando minha paz
em meio a tormenta
Lembrando do meu “pedaço de sonho em meio a uma realidade tão cruel”.

Não te prometo que as lágrimas eu posso fazer cessar.
Mas prometo que irei tentar
Sem nunca desistir.

O sonho não terminou.
O sonho nunca irá terminar.
Basta acreditar.

Busca

junho 25th, 2010 § 4 Comentários

Estou em uma busca
mas não é por você que vou procurar
No fundo eu quero apenas me encontrar

Me perdi nessa estrada
Prometi que iria até o inferno por você
Fui e nunca mais voltei
Aqui ouço os gritos de sonhadores
que como eu deixaram tudo por seus grandes amores

Eu posso ver
Mas nada posso fazer
Também estou aqui
assustada, amarrada e amendontrada

Preciso lutar
Preciso me achar
Preciso sonhar
Eu não vou parar
Vou encontrar a inocencia que você roubou de mim
Vou ser quem eu fui um dia
Meu olhar novamente vai brilhar
e nos meus sonhos vou voltar a acreditar.

Estágios

fevereiro 18th, 2009 § 8 Comentários

Respiração ofegante.
Pulso descontrolado
Coração descompassado.

Medo, raiva, confusão!

Dor, perda.

Sonhos, ilusões, desilusões.

Desapego…
Amor, alegria, felicidade

Esperança.

Um novo começo?

Natália

fevereiro 4th, 2009 § 5 Comentários

Natalia7:00AM – Hora da escola

- Bom dia Natalia – Diz a mãe enquanto abre a janela.

 

- Okay mãe acordei, agora dá licença – Diz a menina enquanto se revira na cama.

 

. Silêncio profundo, Natália levanta fecha as janelas e vai se arrumar, ao abrir o armário cai de lá de cima tudo o que ela menos queria ver naquela momento, sim eram elas, as lembranças, aquelas que a menina lutava tanto para esquecer. Uma caixa rosa e cheia de purpurinas, na tampa uma foto e um bilhete “eu te amo minha querida”

 

Quase que instantaneamente o bilhete acaba manchado por uma gota de lagrima,

 

Sem saber se é certo ou não ela abre aquela caixa, aquela que deveria ter jogado fora, se perguntava por que não tinha feito isso?

 

Tantas fotos, tantas lembranças, aqueles sorrisos, se perguntava por que tudo tinha acabado.

 

Naquele momento tudo parecia desmoronar na vida dela, tudo começou a girar até que ela se rendeu: Chorou, chorou como se não houvesse amanhã, sim ela chorou até sua ultima lagrima.

 

Ela tinha que tomar uma decisão, era lutar ou desistir e se conformar.

 

A luta parecia estar perdida.

Era o fim. Acabou de se arrumar, se olhou no espelho pegou a caixa e as fotos espalhas no chão, juntou tudo e saiu de casa com a caixa.

 

Primeira esquina> aquele seria o novo lar da caixa, o lixo!

 

 

Será que foi a melhor escolha?

Onde estou?

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